Cartunista famosa lança livro

Setembro é o mês, não somente da chegada da primavera ( e da entrada do Sol em Libra ) como também o mês da campanha Setembro Amarelo, um movimento, encabeçado pelo Centro de Valorização da Vida, que busca conscientizar e falar abertamente sobre o suicídio.

Muita gente não sabe, mas a depressão e a ansiedade, consideradas o mal do século XXI, são responsáveis por cerca de 36% dos casos de suicídio no Brasil. É por essa elevada taxa que é tão importante dar abertura e espaço para esclarecer sobre esse assunto e sobretudo, dar liberdade e conforto para falar o que se sente.
Essa confiança para se abrir quando quando algo não está indo bem deve ser incentivada, principalmente pelos jovens. De acordo com o Ministério da Saúde, o suicídio é a quarta maior morte entre os jovens de 15 à 29 anos. Essa fase, da transição entre a adolescência e a vida adulta, é um período cheio de desafios, principalmente com todo fluxo rápido em que tudo acontece e nos obriga a sermos eficientes e produtivos o tempo todo.
É diante deste cenário que campanhas como Setembro Amarelo e todas outras formas de apoio são bem vindas. Por falar em outras formas, a leitura é uma boa fonte de conhecimento e uma excelente maneira de entender mais sobre o mundo que nos cerca
A cartunista estadunidense Beth Evans, conta em seu livro sobre suas próprias histórias e aborda temas delicados como depressão, ansiedade, TOC, de uma forma sensível e com toque de humor. Com leveza, a autora alterna textos e desenhos e dá uma série de conselhos sobre como cuidar de si mesmo, procurar ajuda e passar por aqueles dias mais difíceis com a compreensão de que não há problema em não estar bem todos os dias.
“Às vezes a gente se prende à ideia de que amor próprio é achar que somos incríveis 100% do tempo. Muitas vezes são coisas bem menos impressionantes, como tratar a si mesmo com respeito ou impedir nosso cérebro de se atacar. Em um mundo em que somos ensinados a seguir um outro tipo de perfeição, ver beleza, às vezes na imperfeição, é o melhor a fazer” escreve Beth.
O livro é lançado no Brasil pelo Grupo Editorial Record com tradução de Giu Alonso. Custa em média R$34,90 e tem 192 páginas.

 

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